A morte física e a consciência
Quando o corpo humano morre, o coração deixa de bater, a respiração cessa e todos os sinais vitais desaparecem. Mas a morte física não significa a morte da consciência. A alma continua desperta, imortal e presente, independentemente do corpo. As experiências de quase morte (EQM) revelam, de forma dramática, que a consciência não depende do funcionamento físico e são apenas um vislumbre da realidade eterna que todos vivemos além do corpo.
O que as EQM mostram
Pacientes que passaram por paragens cardíacas ou acidentes graves descrevem experiências intensas:
· Perceção completa do ambiente mesmo sem funções corporais;
· Sensação de flutuar sobre o corpo;
· Contato ou presença de entes queridos ou seres de luz;
· Revisão da própria vida e sensação de amor absoluto.
Estas experiências são um exemplo concreto de algo que acontece a todos após a morte física: a consciência mantém-se ativa, livre das limitações do corpo.
Uma perspetiva espiritual
Diversas filosofias espirituais ensinam que a consciência nunca morre. O corpo é apenas um veículo temporário e a vida física é apenas uma etapa da jornada da alma. A morte física é uma transição e a consciência continua a existir, a experienciar, a aprender e a evoluir. As EQM ampliam esta visão: a consciência está sempre activa, viva, desperta, de forma perene.
Lições para a vida
Compreender que a consciência é eterna transforma a forma de viver!
Medos, ansiedade e apego ao corpo físico reduzem a importância perante a realidade da vida contínua. Para quem experiencia EQM ou reflete sobre a morte, surge uma nova percepção: a vida não termina com o corpo, e cada ação, pensamento e sentimento contribui para a evolução da consciência. Viver com este despertar promove mais compaixão, empatia, presença e sentido!
“Entre relógios e portas, o fim é apenas um novo começo!” – Luz!
Taróloga Luz
A Equipa Consulte o Tarot